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    Congresso Mágico dos Estados Unidos da América (MACUSA)

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    Congresso Mágico dos Estados Unidos da América (MACUSA)

    Mensagem por Mestre em Ter Dez 13, 2016 6:18 pm



    Última edição por Mestre em Dom Jan 08, 2017 4:57 pm, editado 3 vez(es)
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    Re: Congresso Mágico dos Estados Unidos da América (MACUSA)

    Mensagem por Mestre em Ter Dez 13, 2016 6:19 pm

    Origens
    O Congresso Mágico dos Estados Unidos da América, conhecido por bruxas e bruxos norte-americanos pela sigla Macusa (pronuncia-se ma – cu – za), foi criado em 1693, logo após a introdução do Estatuto Internacional de Sigilo em Magia. Bruxos de todo o mundo haviam chegado a um ponto crítico. Eles acreditavam que poderiam ter vidas mais livres e felizes, se pudessem construir uma comunidade secreta paralela, com redes de apoio e estrutura próprios. O sentimento era especialmente forte na América, devido ao recente Julgamento das Bruxas de Salém.

    O Macusa seguiu os moldes do Conselho de Bruxos da Grã-Bretanha, que antecedeu o Ministério da Magia. Representantes das comunidades mágicas de toda a América do Norte foram eleitos para o Macusa para criar leis que, ao mesmo tempo, policiassem e protegessem a bruxandade norte-americana.

    O objetivo imediato do Macusa era livrar o continente dos Purgantes, bruxos corruptos que caçavam outras pessoas mágicas para obter ganhos pessoais. O segundo grande desafio da justiça foi o número de bruxos criminosos que fugiu da Europa e de outras regiões do mundo para a América, justamente porque esta carecia de um sistema organizado para execução de leis, como havia em seus países.

    O primeiro presidente do Macusa foi Josias Jackson, um bruxo belicoso que foi eleito para o cargo pelos demais representantes por ser considerado rigoroso o bastante para lidar com as dificuldades do período pós Julgamento das Bruxas de Salém.

    Nos seus primeiros anos, o Macusa não teve local fixo de encontro. As reuniões aconteciam em locais diferentes para evitar a detecção pelos não-majs.


    Última edição por Admin em Qua Dez 21, 2016 11:02 pm, editado 1 vez(es)
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    Mestre
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    Re: Congresso Mágico dos Estados Unidos da América (MACUSA)

    Mensagem por Mestre em Ter Dez 13, 2016 6:20 pm

    Execução das Leis
    A prioridade imediata do presidente Jackson foi recrutar e treinar aurores. Os nomes dos primeiros doze voluntários para o treinamento de aurores nos Estados Unidos têm lugar especial na história da bruxaria norte-americana. Eles eram poucos e, mesmo diante de desafios tão grandes, estavam cientes de que talvez fosse necessário abdicar da própria vida para assumir aquele trabalho. Os descendentes desses bruxos e bruxas gozam de grande respeito nos Estados Unidos desde então. Os doze originais foram:

    Guilherme Fischer
    Teodardo Fontaine
    Gondulfo Graves
    Roberto Grimsditch
    Maria Jauncey
    Carlos Lopez
    Mungo MacDuff
    Córmaco O’Brien
    Abraão Potter
    Bertilda Roche
    Helmut Weiss
    Caridade Wilkinson

    Dos doze, apenas dois sobreviveram até uma idade avançada: Caridade Wilkinson, que mais tarde se tornaria a terceira presidente do Macusa; e Teodardo Fontaine, cujo descendente direto, Agilberto, é o atual diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny. Cabe destacar também Gondulfo Graves, cuja família continua sendo influente na política bruxa norte-americana, e Abraão Potter, cujo parentesco distante com o famoso Harry Potter seria descoberto séculos depois por ávidos genealogistas.


    Última edição por Admin em Qua Dez 21, 2016 11:03 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: Congresso Mágico dos Estados Unidos da América (MACUSA)

    Mensagem por Mestre em Ter Dez 13, 2016 6:21 pm

    Desafios

    A América continuou sendo um ambiente bastante hostil para a população bruxa, principalmente por causa dos descendentes de Purgantes, que desapareceram para sempre na comunidade não-maj e mantiveram viva a desconfiança na magia. Ao contrário do que ocorreu na maioria dos países ocidentais, não houve cooperação entre o governo não-maj e o Macusa.

    Inicialmente, foi erguido um edifício encantado nos Montes Apalaches para ser sede da Macusa mas, com o tempo, a localização tornou-se inconvenientemente remota, sobretudo porque os bruxos, assim como os não-majs, reuniam-se cada vez mais nas cidades.

    Após a promulgação do Estatuto Internacional de Sigilo, em 1689, a presidente Wilkinson decidiu que o Macusa precisava de um lar permanente. Um edifício encantado foi criado nos Apalaches mas, com o tempo, o local tornou-se remoto e inconveniente, em especial porque os bruxos, assim como os não-majs, estavam se agrupando e trabalhando em cidades.

    Em 1760, o Macusa foi transferido para Williamsburg, no estado da Virgínia, lar do exibido presidente Thornton Harkaway. Entre seus muitos interesses, o presidente Harkaway ficou conhecido pela criação de crupes — cães que lembram muito um jack russell terrier, exceto pela cauda bifurcada. A devoção dos crupes aos bruxos é inferior apenas à ferocidade diante de pessoas não-mágicas. Infelizmente, a matilha do presidente Harkaway atacou vários não-majs da região que depois não conseguiram fazer nada, senão latir nas 48 horas seguintes ao ataque. Essa violação do Estatuto de Sigilo levou Harkaway a deixar o cargo desacreditado (e talvez não seja coincidência que Williamsburg tenha sido a primeira cidade nos Estados Unidos a ter um hospital dedicado às doenças mentais. A observação de acontecimentos estranhos nos arredores da residência do presidente Harkaway pode explicar a admissão de não-majs que, na verdade, eram perfeitamente sãos).

    O Macusa foi então transferido para Baltimore, lar do presidente Hábil Fleming, mas a deflagração da Guerra da Independência e a chegada do Congresso não-maj à cidade deixaram o Macusa compreensivelmente agitado, fazendo com que fosse deslocado para um local conhecido como Washington nos dias de hoje.

    Foi lá que a presidente Elizabeth McGilliguddy presidiu o infame debate "País ou Classe?", de 1777. Milhares de bruxas e bruxos de toda a América compareceram ao Macusa para participar desse encontro extraordinário, no qual a Grande Câmara de Reunião teve que ser ampliada usando magia. A questão em debate era: a comunidade mágica devia maior lealdade ao país no qual fixara residência, ou à velada comunidade global de bruxos? Tinham eles a obrigação moral de ajudar os não-majs norte-americanos na luta de libertação dos trouxas britânicos? Ou isso, em suma, não era problema dos bruxos?

    Os argumentos contra e a favor da intervenção foram longos; a disputa tornou-se dura. Os pró-intervencionistas argumentavam que poderiam salvar vidas; os anti-intervencionistas, que os bruxos estariam arriscando a própria segurança ao se revelarem na batalha. Mensageiros foram enviados ao Ministério da Magia em Londres para perguntar se pretendiam lutar. Receberam uma mensagem de quatro palavras: "Vamos ficar de fora”. A famosa resposta de McGilliguddy foi ainda mais curta: "É bom mesmo”. Ainda que, oficialmente, os bruxos e bruxas norte-americanos não tenham participado da batalha, houve várias circunstâncias extraoficiais de intervenção para proteger vizinhos não-majs, e a comunidade bruxa celebrou o Dia da Independência junto com o resto da sociedade norte-americana — mesmo que não necessariamente lado a lado.

    Uma das leis mágicas norte-americanas mais significativas entrou em vigor em 1790, quando o Macusa aprovou um decreto obrigando a segregação total entre as comunidades bruxa e não-maj. A Lei Rappaport, que leva o nome da então presidente, Emília Rappaport, foi resultado de uma das piores violações do Estatuto Internacional de Sigilo da história, quando a filha do Chanceler do Tesouro e Dragotes de Rappaport e o descendente de um Purgante quase expuseram a existência da magia para o mundo todo. Com a aprovação da Lei Rappaport, o casamento e até mesmo a amizade entre bruxos e não-majs tornou-se ilegal nos Estados Unidos.

    A base do Macusa permaneceu em Washington até 1892, quando uma imprevisível revolta da população de Sasquatches provocou outra quebra de segurança. Os historiadores colocam a culpa da rebelião em Irene Kneedander, diretora da Sociedade de Proteção das Espécies Mágicas (Humanoides), cuja interpretação do próprio cargo consistia em atacar qualquer Sasquatch que "saísse da linha". A chegada dos Sasquatches a Washington exigiu obliviações em massa e grandes reparos na sede.

    O Macusa precisava de um novo refúgio. Assim, ao longo de muitos anos, vários bruxos se infiltraram na equipe de construção de um novo prédio em Nova York. Quando o Woolworth Building foi concluído, pôde abrigar os não-majs e, quando ativado pelos encantamentos certos, também se transformar em um espaço para os bruxos. A única marca visível da nova localização secreta do Macusa é a coruja entalhada na entrada.


    Última edição por Admin em Qua Dez 21, 2016 11:03 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: Congresso Mágico dos Estados Unidos da América (MACUSA)

    Mensagem por Mestre em Ter Dez 13, 2016 6:22 pm

    O MACUSA na década de 1920

    Como na maioria das outras instituições governamentais bruxas, o Departamento de Execução das Leis da Magia é o maior do MACUSA.

    A Lei Rappaport ainda estava em vigor na década de 1920 e vários escritórios do MACUSA não possuíam equivalentes no Ministério da Magia. Havia, por exemplo, uma subdivisão que cuidava da Confraternização Com Não-Majs e um escritório que emitia e verificava licenças de porte de varinha que todo bruxo, cidadão ou visitante, deveria ter nos Estados Unidos.

    Uma diferença significativa entre os governos bruxos dos Estados Unidos e o do Reino Unido nessa época era a penalidade por crimes graves. Enquanto bruxas e bruxos britânicos eram enviados para Azkaban, os piores criminosos na América eram executados.

    Na década de 1920, a presidente do MACUSA foi Serafina Picquery, da cidade de Savannah. O Departamento de Execução das Leis da Magia era dirigido por Percival Graves, respeitadíssimo descendente de um dos doze aurores originais.

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    Re: Congresso Mágico dos Estados Unidos da América (MACUSA)

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